Assaltos

[ Maneira de evitar prejuízos durante um roubo ou como NÃO sobreviver a um assalto ]

Encare. Olhe firmemente para o rosto do assaltante. Deixe bem claro que sua intenção é memorizar cada detalhe de sua fisionomia, para depois relatar tudinho ao fazedor-de-retratos-falados na delegacia. Ah, esse safado vai pagar.

Barganhe. Ele quer levar seu celular? Ofereça o relógio, que vale metade do preço do seu Nokia, e dura bem menos. Já tá até com a bateria gasta. Ele pediu sua carteira? Entregue seu tênis, que vale muito menos que a chateação de tirar segunda via dos seus documentos. E você acaba de se lembrar que ainda tem o telefone daquela gata, a Josefina, que você anotou num guardanapo e enfiou no meio das cédulas de um real. E ela é das que trepam no primeiro encontro. A carteira, não.

Ameace. “Você sabe com quem está falando” é uma expressão versátil; serve tanto para o guardinha que tenta te multar, quanto para o seu antagonista - o assaltante que mantém uma arma apontada pra você. “Seu filho da puta, Você ainda vai rodar na minha mão” é igualmente - ou até mais - eficiente.

Dê uma de louco. Fale palavras sem sentido, cante, assobie, tente abraçar o assaltante, dê um beijo na boca dele, sei lá. O importante é fazer com que o meliante acredite piamente que você não vai bem da bola. Se for preciso dar aquele beijo na boca dele, não hesite. Dê. O telefone da Josefina vale o sacrifício. Lembre-se, ela trepa no primeiro encontro!

Se tudo o mais não funcionar, REAJA. Tente agarrar o revólver dele. Dê um tapa na faca do elemento. Cuspa na cara dele e diga que o Timão é uma bosta. Ou o Flamengo. Ou o Botafogo. Sei lá, vá xingando os times até que você acerte o que ele torce. E não esqueça de pisar fundo no acelerador. O que vale é dar motivos de sobra para o cara estourar duas “azeitonas” na sua testa.

Mas não deixe ele levar o telefone da Josefina.

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Esse post é velho pra caralho. Eu tava lendo uns posts antigos do HBDia, e achei essa merda.

Bicycle Race

Depois de uma conversa com a namorida sobre como o blog e seus posts estão se deteriorando, ela pela primeira vez na vida, fora de fato útil e me deu a idéia para escrever um post sobre mais um dos meus traumas. Bicicletas.

 

Não sei se é pelo fato do meu pai ter tido histórias traumatizantes de como roubaram a bicicleta dele de pedra na adolescência - a 40 anos atrás ainda não havia borracha, né? - enquanto ele comprava revistinhas da Mônica, homem-aranha, playboy, jornal ou seja lá o que ele estava comprando ou se é pelo simples fato de eu ter nascido para andar sob duas pernas, e não duas rodas.

 

O primeiro fato ocorrera na época mais corrida, esportiva e conseqüentemente mais dolorosa da minha vida, a época em que eu fui durante um ano e meio um paulista viciado em futebol, basket e esportes num geral - passando por polícia e ladrão no meio dos carros e esconde-esconde nos blocos vizinhos. Pela primeira e provavelmente única - pelo menos que eu me lembre - meus pais me fizeram uma surpresa e pediram para eu descer lá na garagem para ir buscar as compras. Chegando lá, todo emburrado - eu odeio pegar compras - vejo que na verdade era uma bicicleta super maneira - aos 7 anos tudo é super maneiro - vermelha, que eles tinham acabado de comprar.

 

Como toda bicicleta nova, o freio tava ridiculamente duro, a ponto de uma criança anêmica não conseguir usá-lo, o que fazia com que eu tivesse de andar bem mais lento do que meus amigos. Meus amigos sempre foram mais velhos e conseqüentemente mais fortes, esse deve ser o principal motivo de eu sempre me fuder no final das contas. Eles andavam muito mais rápido do que eu. Eu me corroia por dentro. “Não é justo, eu sou tão bom quanto eles, só uns 3 anos mais novo.” assim pensava eu, criança inocente. Com os hormônios competitivos a flor-da-pele decidi acelerar aquela jagunça. Que se foda o freio, quero viver a emoção de correr com uma bicicleta. Péssima idéia. Na frente tinha uma parede, do lado a trave do gol e do outro lado a outra parede. Sem freio. Que diabos eu ia fazer ali?!

 

No momento a melhor opção me pareceu ser ir de cara na parede da frente, pelo menos não precisaria gastar tempo girando o guidon ou seja lá como se escreve isso. Bem, não sei se foi a melhor, pois não cheguei a experimentar as outras, mas dei de cara na parede, entortei a bicicleta toda e abri uma rachadura na minha canela inteira.

 

Alguns aninhos depois eu já não era mais um paulista, mas os rastros ainda estavam no meu sangue, e mesmo que não devesse, eu ainda queria ficar o dia inteiro praticando esportes.

 

A moda na época era andar de patins. Todos tinham um patins. O meu já era velho quando meu irmão 7 anos mais velho usava, naquela época o troço despencava, mas ainda assim eu era o melhor no esporte, tanto em velocidade como em manobras.

 

O Ramon (um dos amiguinhos doentes do prédio) estava extremamente chegado ao Matheus (um moleque estranho que nunca descia, ficava sempre em casa) e os dois ficavam trancados no quarto o dia inteiro jogando o video-game novo. De repente chega o Ramon na janela e fala “Nossa! Olha o quintal do vizinho! tá tudo molhado, parece uma piscina” - naquela noite havia tido uma tremenda chuva, muito forte mesmo. Eu estava de patins, mas nem por isso me privei da linda visão. Peguei a bicicleta de um amigo, coloquei no muro e subi nela … de patins.

Após ver aquilo falei para a garota que tava passando ali “Hey, joga a bicicleta no chão pra eu me prender na parede e depois cair em cima da bicicleta a salvo.” A retardada ao invés de soltar a bicicleta, prendeu-a com mais força na parede, o porque eu não sei. Quando eu pulei achando que a bicicleta estava no chão, aquele lugarzinho que fica a correia entrou na minha perna.

 

O resto ta me dando aflição de contar, mas vocês já devem imaginar.

 

Resumindo, diga não às bicicletas e a todos os esportes que você possa imaginar, menos levantamento de talheres.

Nada

Como ninguém nos comentários ajudou em porra nenhuma, eu tive de recorrer à televisão para achar um assunto pra mais um textinho inútil. E achei! Após assistir o melhor e mais curto programa da mtv “15 Minutos” eu achei um assunto. Legal, né? O Adnet que nem vê meu blog me ajudou e vocês não, morram.

Duvido que você esteja se mordendo para saber qual é o tal assunto, mas ainda assim eu vou falar, o grande assunto ééé: Nada.

Agora você está estranhando, né? Há! Te peguei.

É sobre nada, como é fazer nada, como é ficar sem fazer nada, como é pensar em nada.

Tem aqueles caras que sobrevivem durante anos não fazendo nada no trabalho.

Seguranças, porteiros, você, reservas - como diria o Adnet “Um beijo para o 3º goleiro reserva do Brasil” - e diversos outros inúteis que levam a vida fazendo porra nenhuma.

Enquanto, por exemplo, um gari, sofre pra caralho no sol o dia inteiro para ganhar um terço do que um porteiro ganha.

Ainda mais se for um porteiro lá dos países desenvolvidos.

Um porteiro lá ganha bem mais do que 2000 dólares por mês. Levando em consideração que até um vendedor de bala de rua ganha mais de 1000 dólares, isso não é lá muita coisa, mas você já pensou se esse segurança vem pro Brasil? Ele vai ser da alta sociedade só por não fazer nada! Que beleza, não?!

Tem também os hippies. Que beleza é ser hippie, né?

O cara fica na paz o dia inteiro, num larga o violão, fica por aí tocando e sorrindo pro sol. Usa roupas leves e anda descalço. Pelo menos o hippie que realmente é hippie é assim. Tem aqueles caras que se acham hippie mas adoram arrumar treta por aí. Ignóbil.

É tão fácil e tão chato não fazer nada. Eu sou um dos mestres paymey – se é que assim que se escreve essa porra – da arte de não fazer nada.

É simples, é só você não ter o que fazer. Por exemplo:
Sábado. Tua família saiu de casa por míseras 2 horas pra almoçar no shopping e voltar. Você tem o resto da tarde e porra nenhuma pra fazer. O que você faz? Nada!

 

 

Era pra mim ter levado a manhã inteira escrevendo esse texto, para poder ir pro curso com o blog atualizado já que não teve aula por causa do Conselho de Classe. Mas acabou que eu dormi a manhã inteira e nem de tempo de escrever um texto decente. Mas ainda fica aí o pedido de deixarem um assunto pra mim. Custa nada, você nem precisa mexer tua bunda gorda, é só digitar ali nos comentários. Faça alguma coisa! Não seja que nem as pessoas citadas aqui no texto.

Que lixo que tá o blog, né?
Cara, to sem tempo, sem paciência e sem o que escrever aqui. Os dias são muito chatos, passo o dia todo na escola, chego em casa e não largo o Little Banjo, fico tocando o bichinho o tempo inteiro, aprendi 2 músicas novas, Sweet Dreams do Marilyn Manson(sim, eu sei que é um cover) e a famosa e idolatrada Iron Man do Black Sabbath - que por acaso é ridiculamente fácil.

Tô cheio de dor nos dedos de tanto apertar essas cordas …

Tô procurando alguém que tenha camera digital pra gravar algumas músicas e por aqui procês, mas ninguém tem câmera nessas horas …

Cortei o cabelo, finalmente, depois de uns 4 meses sem ir ao barbeiro, só que o cara passou MUITO dos limites e me deixou basicamente careca.

Finalmente meu óculos chegou, ele é lindo, mas é altamente incômodo para se dormir durante a aula de física. Se eu tirar ele o professor nota, se eu ficar com ele … bem, não dá pra ficar com ele.

Depois eu venho aqui com um textinho legal, é que tá complicado mesmo, deixa aí nos comentários idéias pra eu escrever, poxa.

Lingua Portuguesa, que nada!

Sabem, com o dia-a-dia eu percebo mais como a língua portuguesa tem sido destruída pela internet e pela inclusão digital. Eu comecei a pensar mais a fundo nisso quando vi um comentário de uma dessas assassinas dizendo “A Língua Portuguesa Tá Perdida”. Para chegar ao ponto de uma analfaburra dizer que a língua portuguesa tá perdida, é porque tá mesmo.

Cada dia, algo por volta de uma centena de noobs visitam meu blog, eles procuram no google/wordpress por algo que eles queiram ver, e então são direcionados para o Geek In The Pink. O WordPress, me diz exatamente o que foi escrito para que se chegasse aqui, e nesses momentos eu vejo como as cabeça de baixo dos homens pensa mais que a de cima, e a cabeça das mulheres não pensa nada. Pelo menos as que vem ler este blog pela ferramenta de procura. Sem ofensas à você que escreve direitinho, estou generalizando, então, não me odeie.

“Porque diabos a cabeça de baixo dos homens pensa mais?”, você deve estar se perguntando.

E eu respondo, como sempre.

Na tabelinha do wordpress onde mostra o que foi procurado, 90% das pessoas procuram erroneamente. Por exemplo, um dos posts mais visitados é o da Miley Cyrus semi-nua. Eu já me deparei com pessoas que escrevem “Mili Sirus” “Miley Cirus Peito” “Miley Sirus peitões” e por aí vai. Os nego procuram pelos seios da garota e não sabem nem escrever o nome dela.

Só de passagem, teve um nego que procurou “drag quen nua”, e por algum motivo foi direcionado pro meu blog. Pessoas assim realmente me dão medo.

Há ainda pessoas que procuram por frases inteiras. Teve um nego aqui que procurou “Eu quero exemplos de fatos sociais que ocorreram”. Ãããã?!

 

 

motordebusca

 

Well, tenho que ir pro curso, depois eu reclamo mais desses analfabetos.

David Bowie - Space Oddity

O dia começou tão ruim devido a ser o aniversário de 10 anos da morte do hide que eu logo de cara já tava esperando mais um daqueles dias que eu fico escutando “forever love” e “say anithing” o dia inteiro. Se vocês não sabem que músicas são essas, procurem no youtube. Forever Love deixaria até o Bozo às lágrimas.

Enquanto eu escuto música fico vagabundeando aqui no quarto, às vezes jogo guitar hero, às vezes leio um mangá ou fico só no msn. Hoje não tinha nada pra fazer. Nada. Ninguém no msn, num agüentava mais jogar Guitar Hero e já tinha lido todos os mangás do mês. Então, comecei a procurar na minha mente o que fazer. Após algumas horas batendo com a cabeça na parede lembrei que eu anteontem vi um filme muito bom, chamado “C.R.A.Z.Y. - Loucos de amor” é sobre um garoto canadense que nos anos 70, vivia sendo paparicado pela mãe e o pai o influenciava ao máximo na música, mas o que aconteceu foi ele decepcionar a todos e virar gay. Naquela época ser gay era pior do que ter AIDS. Ele era roqueiro. Tentava ser um garoto normal, tinha namoradas e tudo mais, só que ele lavava o carro do pai de shortinho, patins enquanto olhava para os garotos que passavam, só pra vocês terem uma idéia.

Tá, depois vejam o filme, o assunto não é esse. A questão é: ele ouvia músicas muito boas, afinal, eu conhecia todas. Menos uma, a melhor do filme e eu não conhecia. Dai quando lembrei do filme hoje de tarde, fiz um pacto comigo mesmo que conseguiria descobrir o nome da música e baixá-la a qualquer custo. Levei a tarde inteira procurando, passei dês do vaga-lume até o Last.Fm procurando por uma música cujo refrão tinha “Major Tom” e que fosse dos anos 70.

Só às 17:00 que eu encontrei a música. É um clássico do David Bowie, feita em 1969. Baixei e ouvi no último volume umas 5 vezes seguidas. Num consigo parar de ouvir, vou por ela aqui pra vocês se divertirem com ela. É muito boa, vale a pena baixar , até meu irmão que odeia tudo que eu gosto, gostou, e muito.

P.S.: A Versão pra download tá mais legal do que a versão do clip.

 

 

 

 

Download Aqui

10 anos sem Hideto Matsumoto

hide

Hoje, às 8:57 da manhã, fez 10 anos que Hideto “hide” Matsumoto foi dolorosamente tido como morto por suicídio.

Eu fiquei o dia inteiro assistindo vídeos dele, e me emocionei um bucado quando vi esse aqui:

Em março desse ano o X Japan fez um show, só que o hide estava presente, como um holograma.

Muito bom, muito mesmo.

Jason Mraz - EP We Dance

Taí o link do EP novo do Jason, já pus na sessão downloads.

Jason Mraz - EP We Dance

Depois escrevo um textinho falando dele, to de saco cheio de ficar no pc, isso nunca aconteceu, estaria eu prestes à morte?

A pior das piores segundas…

Minha segunda feira já começou extremamente divertida e assim se manteve até o fim do dia como você verá em seguida. Meu celular tocou, mas eu não ouvi e ele parou de tocar enquanto eu continuava dormindo, assim, me obrigando a acordar faltando 10 minutos pra aula começar, sendo que, na minha escola, se chegar cinco minutos atrasado é bye bye.

Lá estava eu, com o cabelo todo pra cima atrás e todo penteado na frente, com a roupa toda amarrotada, e o short mais ou menos no umbigo, me endireitando nos míseros 15 segundos – acho que é menos, mas quando se está com sono você perde a noção do tempo - que eu fico no elevador.

Chegando na escola, percebo que todas as pessoas estão com mapas da Europa desenhados a mão, e eu não. Alguns segundos depois me chega a professora de história pedindo “aquele trabalho da primeira guerra”. Que beleza. Aproveitando a deixa, a professora completa “ah! Me entreguem também aquele trabalho que eu mandei fazer sobre o filme da semana retrasada!”. Puta merda, eu não lembro nem o que eu tomei no café da manhã. Ah, claro, eu esqueci que eu não tomei café da manhã, desculpe.

Ela avisa que no dia seguinte impreterivelmente – é incrível como as professoras adoram mostrar que sabem falar palavras grandes, né? – devo entregar os dois trabalhos. Até aí uma dor de cabeça terrível me atinge, talvez pelo fato de eu já ter acordado correndo.
Depois das aulas super animadas de história – MENTIRA ! – vem a aula de português. Oh céus! finalmente, uma aula que dê para se dormir sem se ferrar na prova. Bati um ronco de uns 20 minutos, até que o retardado sentado atrás de mim me dá um soco nas costas e eu acabo pulando da cadeira.

Ah recreio, meu querido recreio. Apesar de eu não comprar nada, não falar com ninguém, nem fazer nada no recreio, ainda assim, é melhor do que ter aula. 30 minutos da minha vida desperdiçados, aiaiai.

Voltei para a aula com a maldita dor de cabeça e agora, uma dor na mandíbula. Eu devo ter dormido de mal jeito no tempo de português.

Aula de matemática, que beleza, a professora percebeu que eu estava coçando demais a cabeça na sexta feira, mas não percebeu que eu estava com a cabeça latejando e que mal conseguia abrir os olhos na segunda. Eu odeio ter que pedir pra ir na farmacinha – é um lugar onde tem os remédios, uma doutora e etc., na escola -, então, eu deixo claro para as professoras quando não estou bem, mas ela não percebeu.

Tempo de física. O professor chega na sala e fala “bem, gente, como teve vários feriados, vamos apressar a matéria.” “MÃÃÃÃS, antes eu queria falar um pouquinho sobre os terremotos ocorridos”, sendo que nossa matéria é Velocidade Média. O pouquinho do professor, foi a aula inteira, me dando assim, tempo para bater mais um ronco e esquecer por alguns segundos que estava com uma dor de cabeça horrível.

Acabou a escola, fui correndo pra casa, já que tava um calor tremendo e eu mal podia esperar para tomar um banho, pra ver se a dor de cabeça, a dor na mandíbula e o calor passavam. Não passaram.

De tarde, tive que estudar para a prova de artes que ocorreria no dia seguinte – que por acaso eu me dei muito bem – e fazer os tais trabalhos de história.

Deu 16:00, 17:00, 18:00 e nada do trabalho acabar. Meus olhos já estavam ardendo – faça as contas, dor de cabeça, dor na mandíbula, dor nos olhos e calor, o resultado não é nem um pouco legal – e eu não conseguia desenhar a Europa em 1915. Cara, é muito complicado, a parte da Hungria/Romênia/Bulgária/Iugoslávia e a maldita Tchecoslováquia ali no meio – que tem um nome grande pra cacete, mas é extremamente pequeno, dando assim, trabalho triplo pra fazer uma letra que caiba dentro do país.

Quando deu 19:00 eu joguei tudo pra cima e entrei no MSN. Pra piorar a situação, chega meu irmão em casa dizendo que TEM que ficar no computador.

Arrumo um filmezinho pra ver, deito no escuro e fecho os olhos…
Acabei dormindo sem saber o que me aguardava naquela madrugada.

 

*****

Agora já é terça feira, pois já passou da meia noite. 1:00 da manhã eu acordo sentindo um mal-estar. Por estar cheio de sono não consigo distinguir imediatamente o que é que atrapalhara meu sono. Era dor de ouvido. Depois de meia hora com uma dor de ouvido infernal, eu me rendo e vou às forças superiores, vulgo “mamãe”.

Tomei 30 gotas de um remédio horrível e fui posto para dormir novamente. Mas num deu, tava doendo demais. Daí agente decidiu ir num hospital aqui perto.

Agente deve ter acordado o hospital inteiro, era uma daquelas clínicas pequenininhas que tem um médico e uma atendente, e os dois estavam com uma cara horrível.

Após me analisar por míseros 5 minutos a mulher coloca um certo líquido milagroso em meu ouvido que faz com que a dor diminua, e muito, porém ainda não é nula.

Chego em casa, pulo na cama e durmo na hora.
Duas horas depois minha mãe me acorda “ta na hora da aula”.

Por algum motivo eu tava pingando de suor, o que me fez ter que tomar banho, e novamente sair de casa em cima da hora.

 

*****

Lembra desse post aqui em que eu falei dos interurbanos?
Então, eu estava errado.

Quando a mulher está falando, se você desligar, você não paga.
Eu gastei 20 reais acessando a Internet pelo celular. Agora você me pergunta “que que você ficou fazendo na Internet tempo suficiente para gastar 20 reais?!” . E eu lhe respondo, pequeno gafanhoto, nada.
Eu não fiz nada, exatamente por isso. Eu esqueci de bloquear o teclado do celular, o que fez com que ele sozinho entrasse na Internet e permanecesse o resto do dia.

Ahh, que beleza.

Blog crescendo!

Bem, como vocês devem ter percebido no post abaixo, eu estou mostrando as estatísticas referentes às visitas que o Geek In The Pink recebeu em 13 horas. Mas a questão é que de tarde esse número aumentou, e muito, já que grande parte dos internautas estudam de manhã e vagabundeiam de tarde.

No final do dia o post da Miley Cyrus já estava Top 50.

Sinto muito às pessoas que apostaram comigo que eu finalmente conseguiria 500 visitas, mas ainda falta muito tempo.

Após confabular comigo mesmo durante uns 5 milésimos de segundo, percebi que as pessoas preferem ler sobre famosos fazendo merda e adolescentes posando semi-nu do que um nerd reclamando de sua vida, então, graças à essa grande maioria de internautas punheteiros, hoje, eu declaro aberta a nova categoria “Famosidades”, onde eu encarnarei o próprio Perez Hilton e falarei tudo aquilo que vocês gostariam de falar mas não falam - ou apenas não gostariam de falar e vão me odiar por ter falado.

Para a tristeza de vocês, ainda não encontrei nenhuma famosidade para esculachar, então, volto aqui de noite para lhes dizer porque ontem foi “a pior das piores segundas”.

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